<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt">VIDEOPERFORMANCE</dc:title><dc:identifier>https://vocabulario.abcd.usp.br/pt-br/?tema=100356</dc:identifier><dc:language>pt</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt">Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP</dc:publisher><dcterms:created>2001-10-01 00:00:00</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://vocabulario.abcd.usp.br/pt-br/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt">Vocabulário Controlado da USP</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="PT"><![CDATA[ Willoughby Sharp define a videoperformance "como um trabalho de performance no qual o vídeo é tanto integrante quanto inseparável da própria performance - do ponto de vista do espectador - de modo que o trabalho não pode ser assimilado na ausência do elemento vídeo." Na videoperformance há explícita "uma simbiose entre corpo e vídeo. Há igualdade de oportunidade tanto para o corpo quanto para a máquina", ou seja, "é um signo construído a partir da interação, da isomorfia entre vídeo e performance.<p>Fonte: SHARP, Willoughby. "Videoperformance". eRevista Performatus, Inhumas, ano 1, n. 6, set. 2013. ISSN: 2316-8102. Tradução do inglês para o português de Ana Ban. Disponível em: https://performatus.net/traducoes/videoperformance/<p><p>Fonte: Disponível em: http://www.geocities.ws/rosangellaleote/Videop.htm.<p> ]]></dc:description></metadata>