<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt">DIALOGISMO</dc:title><dc:identifier>https://vocabulario.abcd.usp.br/pt-br/?tema=29424</dc:identifier><dc:language>pt</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt">Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP</dc:publisher><dcterms:created>2015-08-25 00:00:00</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://vocabulario.abcd.usp.br/pt-br/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt">Vocabulário Controlado da USP</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="PT"><![CDATA[ Por meio do dialogismo, Bakhtin atesta que a linguagem é dialógica por possuir duas naturezas básicas: a da interdiscursividade, haja vista que existe um permanente diálogo entre os diferentes discursos; e a da alteridade, já que se estabelecem relações de interação entre o Eu e o Outro, nas quais esse Eu se realiza no Nós, pois ele é avaliado e constituído pelo olhar do Outro. Bakhtin afirma ser o dialogismo a condição básica para se construir o sentido do texto, porque esta construção  só ocorre na interação entre pelo menos dois interlocutores.<p>Fonte: LOPES, Fernando de Oliveira. O dialogismo bakhtiniano no romance Santa Evita. Terra Roxa e outras terras: Revista de Estudos Literários, Londrina, v.4, p. 33-49, 2005. Disponível em: http://www.uel.br/pos/letras/terraroxa/g_pdf/vol5/v5_3.pdf.<p> ]]></dc:description></metadata>