<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt">ENCEFALITE EQUINA DO OESTE</dc:title><dc:identifier>https://vocabulario.abcd.usp.br/pt-br/?tema=34932</dc:identifier><dc:language>pt</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt">Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP</dc:publisher><dcterms:created>2001-10-01 00:00:00</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://vocabulario.abcd.usp.br/pt-br/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt">Vocabulário Controlado da USP</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="PT"><![CDATA[ Forma de encefalite por arbovírus que afeta primariamente cavalos e é endêmica nas regiões do oeste e central da América do Norte. O organismo causador (vírus da encefalite equina do oeste) pode ser transmitido aos humanos através de picada de mosquitos (Culex tarsalis e outros). As manifestações clínicas incluem cefaleia e sintomas semelhantes a influenza acompanhados de alterações na clareza mental, convulsões e coma. Morte ocorre na minoria dos casos. Os sobreviventes podem se recuperar integralmente ou podem ficar com disfunções neurológicas residuais, incluindo parquinsonismo pós-encefalítico.<p>Fonte: DeCS. Disponível em: https://decs.bvsalud.org<p> ]]></dc:description></metadata>