<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt">FEOCROMOCITOMA</dc:title><dc:identifier>https://vocabulario.abcd.usp.br/pt-br/?tema=42057</dc:identifier><dc:language>pt</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt">Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP</dc:publisher><dcterms:created>2001-10-01 00:00:00</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://vocabulario.abcd.usp.br/pt-br/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt">Vocabulário Controlado da USP</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="PT"><![CDATA[ Tumor vascular, normalmente benigno, bem encapsulado, lobular, do tecido cromafim da medula suprarrenal ou paragânglios simpáticos. O principal sintoma, que reflete o aumento da secreção de epinefrina e norepinefrina, é a hipertensão, que pode ser persistente ou intermitente. Durante ataques graves pode haver cefaleia, sudorese, palpitação, apreensão, tremor, palidez ou rubor da face, náusea, vômito, dores no peito e abdome, parestesias das extremidades. A incidência de malignidade é baixa, cerca de 5 por cento, mas a distinção patológica entre feocromocitoma benigno e maligno não é clara. (Tradução livre do original: Dorland, 27th ed; DeVita Jr et al., Cancer: Principles & Practice of Oncology, 3d ed, p1298)<p>Fonte: DeCS. Disponível em: https://decs.bvsalud.org<p> ]]></dc:description></metadata>