<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt">GOZO (PSICANÁLISE)</dc:title><dc:identifier>https://vocabulario.abcd.usp.br/pt-br/?tema=47865</dc:identifier><dc:language>pt</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt">Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP</dc:publisher><dcterms:created>2017-07-10 00:00:00</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://vocabulario.abcd.usp.br/pt-br/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt">Vocabulário Controlado da USP</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="PT"><![CDATA[ Lacan conferiu importante significação psicanalítica ao termo gozo, diferenciando-o de prazer (opõe-se a este, porque o prazer abaixaria as tensões psíquicas ao mais baixo nível possível) e de demanda, estando mais proximo deste. Embora Freud muito raramente tenha usado o termo gozo, é nele que Lacan se inspira, mais precisamente naquela constatação de Freud de que o bebê que é amamentado, mesmo depois de saciar sua necessidade orgânica, demora-se no seio da mãe, fazendo atos de sucção, agora movido por uma sensação de gratificação erógena. Lacan conclui que é o outro, a mãe ou seu substituto, quem confere um sentido à necessidade orgânica do bebê, de modo a ficar preso numa relação de comunicação, onde é remetido ao discurso do Outro.<p>Fonte: ZIMERMAN, D.E. Vocabulário contemporâneo de psicanálise. Porto Alegre, Artmed, 2008. p. 169<p> ]]></dc:description></metadata>