<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt">NEOCONCRETISMO</dc:title><dc:identifier>https://vocabulario.abcd.usp.br/pt-br/?tema=67743</dc:identifier><dc:language>pt</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt">Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP</dc:publisher><dcterms:created>2007-05-09 00:00:00</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://vocabulario.abcd.usp.br/pt-br/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt">Vocabulário Controlado da USP</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="PT"><![CDATA[ Movimento das artes plásticas: contra as ortodoxias construtivas e o dogmatismo geométrico, os neoconcretos defendem a liberdade de experimentação, o retorno às intenções expressivas e o resgate da subjetividade. A recuperação das possibilidades criadoras do artista - não mais considerado um inventor de protótipos industrais - e a incorporação efetiva do observador - que ao tocar e manipular as obras torna-se parte delas - apresentam-se como tentativas de eliminar certo acento técnico-científico presente no concretismo.<p>Fonte: Enciclopédia Itaú Cultural : Artes visuais. Disponível em: http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia/artesvisuais2003/home/index.cfm.<p><p>Fonte: BRITO, Ronaldo. Neoconcretismo: vértice e ruptura do projeto construtivo brasileiro. RJ: FUNARTE, 1985.<p> ]]></dc:description></metadata>