{"tema_id":"100356","string":"VIDEOPERFORMANCE","created":"2001-10-01 00:00:00","code":"CH700.CH740.CH741.13.20.28.8","modified":"2001-10-01 00:00:00","notes":[{"@type":"Nota de escopo","@lang":"PT","@value":"Willoughby Sharp define a videoperformance \"como um trabalho de performance no qual o v\u00eddeo \u00e9 tanto integrante quanto insepar\u00e1vel da pr\u00f3pria performance - do ponto de vista do espectador - de modo que o trabalho n\u00e3o pode ser assimilado na aus\u00eancia do elemento v\u00eddeo.\" Na videoperformance h\u00e1 expl\u00edcita \"uma simbiose entre corpo e v\u00eddeo. H\u00e1 igualdade de oportunidade tanto para o corpo quanto para a m\u00e1quina\", ou seja, \"\u00e9 um signo constru\u00eddo a partir da intera\u00e7\u00e3o, da isomorfia entre v\u00eddeo e performance.Fonte: SHARP, Willoughby. \"Videoperformance\". eRevista Performatus, Inhumas, ano 1, n. 6, set. 2013. ISSN: 2316-8102. Tradu\u00e7\u00e3o do ingl\u00eas para o portugu\u00eas de Ana Ban. Dispon\u00edvel em: https:\/\/performatus.net\/traducoes\/videoperformance\/Fonte: Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.geocities.ws\/rosangellaleote\/Videop.htm."}]}