{"tema_id":"42057","string":"FEOCROMOCITOMA","created":"2001-10-01 00:00:00","code":"CB300.CB330.4.22.2.2.1","modified":"2001-10-01 00:00:00","notes":[{"@type":"Nota de escopo","@lang":"PT","@value":"Tumor vascular, normalmente benigno, bem encapsulado, lobular, do tecido cromafim da medula suprarrenal ou parag\u00e2nglios simp\u00e1ticos. O principal sintoma, que reflete o aumento da secre\u00e7\u00e3o de epinefrina e norepinefrina, \u00e9 a hipertens\u00e3o, que pode ser persistente ou intermitente. Durante ataques graves pode haver cefaleia, sudorese, palpita\u00e7\u00e3o, apreens\u00e3o, tremor, palidez ou rubor da face, n\u00e1usea, v\u00f4mito, dores no peito e abdome, parestesias das extremidades. A incid\u00eancia de malignidade \u00e9 baixa, cerca de 5 por cento, mas a distin\u00e7\u00e3o patol\u00f3gica entre feocromocitoma benigno e maligno n\u00e3o \u00e9 clara. (Tradu\u00e7\u00e3o livre do original: Dorland, 27th ed; DeVita Jr et al., Cancer: Principles &amp; Practice of Oncology, 3d ed, p1298)Fonte: DeCS. Dispon\u00edvel em: https:\/\/decs.bvsalud.org"}]}