{"tema_id":"9294","string":"ASTROCITOMA","created":"2013-10-24 00:00:00","code":"CB300.CB330.4.22.3.3.1.1","modified":"2013-10-24 00:00:00","notes":[{"@type":"Nota de escopo","@lang":"PT","@value":"Neoplasias do c\u00e9rebro e medula espinhal derivadas de c\u00e9lulas da glia que variam de formas histologicamente benignas aos tumores altamente anapl\u00e1sicos e malignos. Astrocitomas fibrilares s\u00e3o mais comuns e podem ser classificados em ordem crescente de malignidade (graus I at\u00e9 IV). Nas primeiras duas d\u00e9cadas de vida, os astrocitomas tendem a se originar nos hemisf\u00e9rios cerebelares. Em adultos, estas neoplasias se originam no c\u00e9rebro e frequentemente sofrem transforma\u00e7\u00e3o maligna. (Tradu\u00e7\u00e3o livre do original: Devita et al., Cancer: Principles and Practice of Oncology, 5th ed, pp2013-7; Holland et al., Cancer Medicine, 3d ed, p1082) .Fonte: DeCS server. Dispon\u00edvel em: http:\/\/decs.bvs.br. Acesso em 24.10.13."}]}