A política linguística surgiu da necessidade de intervir sobre os destinos de uma língua, criando direcionamentos racionalmente elaborados. Essas intervenções podem ser sobre o corpus, quando se trata de propostas de intervenção sobre a forma de uma determinada língua, e sobre o status, quando é relativa à promoção de determinada língua num contexto de plurilinguismo. Fonte: NÓBREGA, Maria Helena. Políticas linguísticas e internacionalização da língua portuguesa: desafios para a inovação. Revista de Estudos da Linguagem, Belo Horizonte, v. 24, n. 2, p. 417-445, 2016.